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Prática incentiva o Turismo de Base Comunitária em UCs

turismo de base comunitária

Com o objetivo de propagar experiências de parcerias e melhores práticas apresentadas no III Seminário de Boas Práticas e I Fórum Internacional de Parcerias na Gestão de Unidades de Conservação, apresentamos a boa prática “Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação federais: princípios e diretrizes”. Essa iniciativa é fruto da parceria do ICMBio, IBAM (unidade executora do projeto Parcerias Ambientais Público-Privadas – PAPP), e IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas. Acompanhe!

Com o objetivo de estabelecer um marco referencial para o Turismo de Base Comunitária (TBC) nas Unidades de Conservação (UC) federais de acordo com princípios e diretrizes compatíveis com a conservação da biodiversidade, a salvaguarda da história e cultura das comunidades locais e o protagonismo comunitário foi lançada, no ano passado, a publicação “Turismo de Base Comunitária em UCs federais: princípios e diretrizes”. Direcionado, principalmente, para gestores de unidades, o documento contribui para o alcance dos objetivos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC).

A publicação irá nortear o desenvolvimento de propostas do ICMBio aos objetivos de criação e manejo das diferentes categorias de UCs e servir como base para a construção de um caderno de experiências, que trará metodologias para o alcance dos princípios e diretrizes almejados, e estará pautado em experiências práticas consideradas fontes significativas de aprendizado e com possibilidades de serem replicadas em outros cenários. Segundo a servidora do ICMBio, Marília Falconi Guerra, a prática foi um desdobramento do I Seminário de Ecoturismo de Base Comunitária em Reservas Extrativistas, realizado em 2011, em São Luís (MA), e foi motivada em virtude da crescente demanda das comunidades residentes no interior ou entorno das UCs federais por desenvolver atividades de turismo ou inserir-se efetivamente nas ações de visitação realizadas ou previstas para essas áreas protegidas:

– Muitos gestores do ICMBio passaram a visualizar o envolvimento desses atores como um importante caminho para fortalecer os programas de visitação, diversificar as atividades desenvolvidas e agregar valor à experiência dos visitantes, bem como incrementar a renda desses moradores e aproximá-los positivamente da gestão das UCs, aumentando, assim, o apoio local a estas áreas protegidas. Foi nessa perspectiva que, em 2011, o ICMBio organizou o seminário, de onde surgiu a indicação da criação de um Grupo de Trabalho (GT) para estabelecer as diretrizes institucionais para o TBC nas unidades. Em 2016, o GT-TBC – com nova composição – deu continuidade ao trabalho e concluiu a elaboração do documento, lançado no ano passado, explica.

A prática é extensa e possui várias etapas, sendo as próximas a produção do caderno de experiências e organização de novo seminário de Turismo de Base Comunitária, onde serão apresentados os dois cadernos e demais produtos do GT: “Todos estes eventos proporcionaram a ampliação do conhecimento sobre a importância da cultura e a integração das comunidades tradicionais residentes em UCs com as questões ambientais, sobretudo sobre a valorização e divulgação dessa cultura. O TBC poderá ser uma alternativa de renda aos comunitários e uma forma de integrar os jovens ao modo de vida local”, conclui a servidora.

Acesse aqui para conhecer a publicação! 

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2 comentários ‹ Voltar

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  1. Marcos Norberto Boin

    Como faço para obter a públicação?

    1. PAPP

      Olá Marcos, na matéria tem o link para acessar a publicação, mas segue: http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/comunicacao/publicacoes/turismo_de_base_comunitaria_em_uc_2017.pdf

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