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Parceria para o monitoramento da biodiversidade e a gestão da Reserva Natural de Salto Morato

reserva natural

Com o objetivo de propagar experiências de parcerias e melhores práticas apresentadas no III Seminário de Boas Práticas e I Fórum Internacional de Parcerias na Gestão de Unidades de Conservação, apresentamos a última boa prática “Estabelecer parcerias para aumentar a geração de conhecimento específico sobre a Reserva Natural Salto Morato, otimizar o monitoramento de Biodiversidade e auxiliar a gestão da Unidade de Conservação”. Essa iniciativa é fruto da parceria do ICMBio, IBAM (unidade executora do projeto Parcerias Ambientais Público-Privadas – PAPP), e IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas. Acompanhe e aguarde a publicação que reunirá todas as boas práticas apresentadas no evento!

Por entender o papel do monitoramento como ferramenta para fornecer informações sobre a biodiversidade de reservas naturais mantidas sob a sua responsabilidade, a Fundação Grupo Boticário se uniu aos parceiros Instituto Federal do Paraná, Universidade Federal do Paraná e Pontifícia Universidade Católica do Paraná para pesquisa e geração de dados que contribuam para o acompanhamento da diversidade biológica da Reserva Natural Salto Morato, Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), localizada em Guaraqueçaba, litoral norte do Paraná.

A boa prática foi iniciada porque, nos últimos anos, a Fundação Grupo Boticário, bem como as reservas naturais mantidas pela instituição, tem priorizado o apoio a projetos que se comprometam a gerar resultados práticos para a conservação da natureza e que estejam alinhados aos compromissos brasileiros e internacionais de conservação da biodiversidade. De acordo com Natacha Sobanski, da Fundação Grupo Boticário, a empresa tem incentivado, cada vez mais, o meio acadêmico a desenvolver pesquisas que entreguem resultados práticos para a conservação e, com isso, apoia parcerias junto a instituições de ensino que utilizam as reservas como palco para a realização de aulas práticas e planos de trabalho:

– Por utilizarem a reserva para estes fins, em contrapartida, essas instituições têm gerado dados para nos auxiliar no monitoramento por meio de métodos padronizados e do desenvolvimento de soluções tecnológicas que possam ser implementados na reserva e replicados ao longo dos anos, com a visita de novos alunos. Essa iniciativa, além de gerar resultados que podem subsidiar a melhor gestão da reserva, prepara e sensibiliza os estudantes para a conservação na prática, além de incentivar o meio acadêmico a desenvolver pesquisas que gerem resultados aplicados para a conservação.

Ainda de acordo com Natacha, vários foram os resultados alcançados até então pela boa prática, como a consolidação de conhecimento sobre a biodiversidade da reserva, a apresentação de diagnósticos que poderão ser utilizados para a definição de novos temas prioritários para pesquisa, a proposição de melhorias no sistema de monitoramento da biodiversidade, utilizando soluções tecnológicas para a conservação, a aproximação da academia com a gestão da Unidade de Conservação e Fundação Grupo Boticário, a capacitação de alunos e professores envolvidos na prática, e a extensão do conhecimento gerado na academia para a comunidade e região de entorno:

– O trabalho em parceria com a academia é importante para ampliar o conhecimento científico da reserva e melhorar a gestão da Área Protegida. Além disso, a aproximação com estas instituições auxilia a divulgação do trabalho da fundação no meio acadêmico e incentiva alunos a realizar novas pesquisas e a aplicar os resultados na reserva e entorno, conclui.

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