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Parceria em prol da multiplicação de conhecimento

Com o objetivo de propagar experiências de parcerias e melhores práticas apresentadas no III Seminário de Boas Práticas e I Fórum Internacional de Parcerias na Gestão de Unidades de Conservação, apresentamos a boa prática “Institucionalização dos processos de capacitação em uso público: interpretação ambiental e planejamento e manejo de trilhas”. Essa iniciativa é fruto da parceria do ICMBio, IBAM (unidade executora do projeto Parcerias Ambientais Público-Privadas – PAPP), e IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas. Acompanhe!

Formar instrutores e multiplicadores e desenvolver capacidade institucional para responder a demandas relacionadas ao planejamento e manejo de trilhas terrestres e à interpretação ambiental. Essa foi a grande motivação da Coordenação Geral de Uso Público e Negócios – CGUP, do ICMbio, e parceiros para implementar esta boa prática, que acontece desde 2011 e já promoveu 21 cursos de capacitação, executados pelos instrutores do Serviço Florestal Americano, em todas as regiões do país, além de oficinas locais para servidores do instituto e parceiros. Outros parceiros envolvidos na prática são a Universidade do Colorado, o International Mountain Bicycling Association (IMBA), o National Association for Interpretation (NAI), voluntários e associações de condutores de visitantes em diversas unidades de conservação onde os eventos de capacitação foram executados.

A parceria entre o ICMBio e o Serviço Florestal Americano viabilizou a execução de seis eventos de capacitação no Brasil e três no exterior, com um total de 119 participantes, que se tornaram aptos a criar projetos nas unidades de conservação e a formar equipes para manejo de trilhas e interpretação ambiental. A partir destes grupos, foram planejados e executados 12 eventos de qualificação para servidores e parceiros, apoiados pelo ICMBio e parceiros financiadores, ampliando ainda mais as ações. Após esta iniciativa, foi posto em prática o Curso de Formação de Instrutores do ICMbio, apoiado pela ACADEBIO e Serviço Florestal Americano, para alinhar a modelagem dos cursos desenvolvidos e a prática pedagógica dos técnicos à política e prática pedagógica do instituto. De acordo com Paulo Eduardo Pereira Faria, servidor do ICMBio, esta ação consolidou a intenção multiplicadora da prática:

– As equipes técnicas ampliadas, hoje, são responsáveis por apoios técnicos e respostas a demandas específicas em diversas unidades de conservação, execução de oficinas e eventos de capacitação locais, além de participarem ativamente do processo de definições de padrões, métodos e fluxos institucionais nas suas áreas de especialidade. Com esta experiência, aprendemos que a descentralização dos pontos focais a partir da formação de equipes técnicas ampliadas melhora a eficiência na aplicação de recursos para resposta às demandas das UCs e para o desenvolvimento de projetos. Além disso, percebemos que existe a necessidade de uma maior autonomia institucional para suprir a demanda com relação à execução de eventos de capacitação no ICMBio, explica Paulo Eduardo.

Para ele, a prática poderia ser aprimorada para a aplicação em outras unidades de conservação, com a formação de equipes ampliadas para áreas como delegação de serviços de apoio à visitação e planejamento de uso público: “ A formalização em portaria da equipe ampliada de interpretação ambiental gerou boa mobilização dos técnicos e maior transparência na relação entre o macroprocesso e, especialmente, as chefias das UCs de origem dos técnicos, devendo ser replicada para as demais áreas temáticas, inclusive planejamento e manejo de trilhas”, finaliza.

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Imagem: Paulo Faria

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