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Parceria capacita condutores de visitantes para aproximar unidades de conservação e sociedade

Com o objetivo de propagar experiências de parcerias e melhores práticas apresentadas no III Seminário de Boas Práticas e I Fórum Internacional de Parcerias na Gestão de Unidades de Conservação, apresentamos a boa prática “A capacitação de condutores de visitantes em Interpretação Ambiental como estratégia de aproximação entre a comunidade local e a gestão das Unidades de Conservação”. Essa iniciativa é fruto da parceria do ICMBio, IBAM (unidade executora do projeto Parcerias Ambientais Público-Privadas – PAPP), e IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas. Acompanhe!

Para melhorar o diálogo com parceiros locais e aproximá-los das gestões das unidades de conservação, qualificar os serviços prestados pelos condutores de visitantes e enriquecer a experiência destes, gestores da Floresta Nacional do Tapajós (PA), do Parque Nacional de Anavilhanas (AM), do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu (MG) e do Parque Nacional Marinho de Abrolhos (BA) promoveram cursos de capacitação de condutores, com o apoio de parceiros.

As instituições envolvidas nesta parceria foram o Serviço Florestal dos Estados Unidos – USFS, a Cooperativa Mista da Flona do Tapajós – Coomflona, a Associação dos Agentes Ambientais do Vale do Peruaçu – AAVP, a Associação dos Transportes Turísticos de Novo Airão – Attuna e a Associação Novo Airãoense de Turismo – Anatur, que propiciaram capacitações em Interpretação Ambiental para sensibilizar condutores e demais participantes da gestão das unidades sobre a importância de seu papel no alcance dos objetivos das UCs.

De acordo com a servidora do ICMBio, Serena Turbay dos Reis, os condutores de visitantes são parceiros estratégicos da gestão das UCs sendo, muitas vezes, os únicos contatos que o visitante terá ao conhecer as regiões. Assim, para a efetividade do processo de capacitação, foi necessário traçar um diagnóstico prévio sobre os contextos das unidades, as características dos públicos-alvo, suas formas de organização, as relações que têm entre si e os históricos da associação da gestão com esses prestadores de serviço:

– A partir do diagnóstico, o planejamento da capacitação pode ser adaptado e a proposta pedagógica direcionada para o fortalecimento dos pontos positivos existentes ou potenciais. Além disso, os conceitos e premissas da ferramenta ofereceram oportunidades de sensibilização do público-alvo durante o curso, podendo ser potencializadas com base em um diagnóstico que apresente necessidades e expectativas da gestão com a realização do mesmo, explica.

A prática foi desenvolvida como resultado das capacitações na área temática de Interpretação Ambiental, realizadas no âmbito da Parceria para Conservação da Biodiversidade na Amazônia – “Partnership to Conserve Biodiversity in the Amazon” com o Serviço Florestal dos Estados Unidos – USFS, com recursos da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional – USAID. Para isso, foram feitas adaptações das estratégias de capacitação para prestadores de serviços realizadas pela National Association for Interpretation (NAI), dos Estados Unidos, para o contexto brasileiro.

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